Os detalhes, os silêncios e as sutilezas fazem parte deste filme. É latente para quem puder assistir a influência do cinema de Michael Haneke, no que diz respeito à quebra com o cinemão e a falta de trilha sonora. Resultado: uma obra crua, porém verdadeira e que deixa a gente com uma inveja (branca) do cinema dos "hermanos" que está se mostrando muito melhor que o nosso.
domingo, 30 de setembro de 2007
O INVERNO DE GUNTER - 3 pessoas planejam a morte do pai de dois deles para arrematar a herança. mas o filme tem duas horas e esta história se resolve nos primeiros 20 minutos!? e depois? você pergunta... nada! não assita, por favor! aliás duvido que vc encontre isso pra assistir em algum lugar;... assisti naquela mostra de cinema lantino-americano... meu Deus! nunca me arrependi tanto de ter assistido um filme... nem foto isto aqui merece...
sábado, 29 de setembro de 2007
CRIME DELICADO - Assistí este filme na última Mostra Internacional de Cinema Latino Americano, só porque era de graça e ou confessar que se não fosse esta mostra eu jamais alugaria. Mesmo porque a sinopse do filme não me atrai. Mas no final das contas até que é um bom filme!
O que fica claro é a tendência do Beto Brant em fazer um filme que rompe com o cinemão.. pelo menos em alguns momentos. Quando ele mistura esquetes de peças teatrais com a história ou na sequência em que mostra por longos minutos a pintura de um quadro, aliás bela sequência.
A história é a seguinte: um crítico teatral se apaixona por uma iniciante a modelo que é, segundo o crítico, abusada por um experiente pintor. A crua história se desenvolve sobre isso...
Se vc for assistir repare na sequência final. É a prova de que palavras são desnecessárias para se dizer muito!
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
A história passa a se arrastar um pouco na parte final, quando muitos meses se passam e quando tudo está muito ruim, fica ainda pior. o que impressiona é a qualidade do cinema asiático, a delicadeza de detalhes, os silêncios que dizem tudo... são os principais atrativos deste triste filme.
Nova York está cercada por paredes, virou uma prisão. Quando o presidente fica preso lá dentro, Kurt Russell é enviado para regastá-lo... e dá-lhe caretas, e faces e tiros pra segurar a história... que até tem um tom meio cult, mas não consegue se segurar.
Sou fã de Kurt, 5 anos depois deste filme ele fez Aventureiros do Bairro Proibido, que adoro! mas neste Fuga de NY não rolou uma química boa com a história. fraco.
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
É um filme realmente muito bom, mas ele não chegou a realmente ficar na minha cabeça como um filme marcante. Se vc estiver na locadora procurando algo e não tiver nada para ver, alugue este, você pode gostar. Mas se vc encontrar aquela comédia ou animação que quiser ver há anos não exite em pegar ao invés desse...
O mais engraçado é como o matador tenta levar uma vida normal, convivendo com seu passado assassino. fica muito engraçado! e o Pierce Brosnan tem aquela cara de tédio. Richard Shepard parece saber conduzir uma comédia, a trilha leve e ritmada acompanha as cenas e ajuda na graça da situação.
É uma comédia leve e sem compromisso, mas assista! não vai ser grana jogada fora.
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Mas se vc nunca viu um filme dele, não comece a conhecê-lo por este filme. Coração Selvagem conta a história de um casal muito apaixonado (Nicolas Cage e Laura Dern) que foge da pressão da mãe dela para que não se case. Depois descobre-se que a velha e o rapaz tem uma séria dívida não resolvida no passado.
Na verdade o filme diverte e incomoda (que são as dua palavras que na minha opinião, definem as obras de Lynch), mas não é seu melhor (não mesmo!).
quarta-feira, 25 de julho de 2007
ROCKY VI - Rocky vai pra Rússia onde, defende o capitalismo (?!) contra um lutador comunista (?!), vivido pelo Dolph Lundgren. É uma premissa ridícula que gerou, obviamente, um filme ridículo...
é uma pena, mas foi isso. e só isso.
terça-feira, 10 de julho de 2007
OBS: Sabe qual foi a principal forma de divulgação deste filme?! os caras do estúdio penduraram uma frase escrita "APENAS 6 PALAVRAS: WILL FERRELL COMO PILOTO DA NASCAR."
segunda-feira, 25 de junho de 2007
ROCKY II - A REVANCHE - O Sly assumiu de vez a direção e o roteiro no Rocky II, em vista do sucesso do primeiro. Em 1979 saiu este segundo, que para muitos iguala-se ao clássico Rocky - Um Lutador, de 1976.
Na minha opinião, este segundo nada mais é que um refilmagem do primeiro, mas com os dramas mais profundos, a questão dele estar ficando cego, o coma da esposa e a gravidez, e os problemas com o sucesso repentino. Mas isso não quer dizer que seja ruim.
Destaque para o drama carregado de emoção, em que a desesperança consome o personagem dele e a tristeza pelo futuro incerto, consome o dela.
Vale pelo Sly e seu personagem. E a história que ambos têm no cinema.
O HOMEM DUPLO - Este "estilo" criado pelo Richard Linklater, de desenhar sobre a imagem, cria um ambiente meio de sonho, meio alucinógeno, meio... estranho. E para uma história sobre um futuro próximo e decadente, onde as drogas são comuns e o governo controla tudo e todos de forma a criar um ambiente "seguro", combina mais ainda.
Vou confessar que em certo momento rola um cansaço, pois a imagem está em constante movimento e cansa um pouco os olhos, e o filme parece meio longo por conta disso, mas jamais se perde o interesse pela história.
Será que este "efeito" na telona do cinema fica bom (porque amplia a força das cores) ou fica ruim (já que o desenho gigante fica muito movimentado)?
sábado, 16 de junho de 2007
MAIS ESTRANHO QUE A FICÇÃO - Aqui são duas histórias paralelas, uma "real" e outra "fictícia". A primeira conta a história de um colapso de criatividade que uma escritora de livros sofre, ela não consegue mais definir o que fazer com seus personagens, como sguir suas vidas ou como matá-los. E a outa história acompanha o drama do personagem do livro da escritora ao descobrir que não passa de um personagem de um livro.
É divertido acompanhar este drama, que as vezes passa ser engraçado, devido a ser algo tão único, nada usual.
Além de ser uma aula para qualquer um assistir a uma interpretação de Dustin Hoffman, que faz um professor de literatura que tenta ajudar o personagem e depois a escritora..
nota-se aí uma mescla do que ora é real e do ora é fictício, se confundindo... isso é muito legal, e muito bem feito.
PLANETA TERROR - Não sei bem se é opinião de quem realmente gosta do Rodriguez, mas este filme é demais! Tem aquela aura de filme B quase C, e é exagerado, sanguinolento ao extremo, e divertido. Muito divertido!
Tem algumas situações que causam aquele incômodo, como uma sequência do Tarantino (que eu não posso contar o que acontece), e com o menino dentro do carro (que aliás é filho do Robert Rodriguez), mas na verdade o esquema aqui é se divertir.
Cada zumbi explode e espirra tanto sangue que chega a ser engraçado, como uma bexiga cheia de tinta vermelha.
Mas também não dá para esperar nada além de pura diversão quando se vê o cartaz com uma mulher com uma metranca no lugar da perna, não é mesmo?!
quinta-feira, 31 de maio de 2007
A história aqui se passam em 2417, quando 99% da população mundial foi morta devido a um vírus X. Aí, o cara que descobre a cura vira rei e domina tudo por várias gerações, mas em determinado momento a vida vira supercontrolada. Obviamente surgem os justiceiros para acabar com este domínio. E a história segue por aí...
Tem algumas cenas completamente surreais, o que me chama muito a atenção, como na Cela, e me faz gostar mais ainda do filme. E acho que é só por isso mesmo...
terça-feira, 29 de maio de 2007
CÓDIGO DESCONHECIDO - É difícil, é complicado como todo filme do Haneke.
Nada é fácil, algumas cenas parecem longas demais além do necessário, outras parecem não ter relevância. Haneke gosta de um cinema fora do padrão, do usual. Sua cinematografia é única e relevante à sua forma..
Os nuances aparecem aos poucos tanto quanto as resoluções que nunca são claras. Não é para assistir com pipoquinha e cobertor, é algo mais complexo que isso. E tem a Juliette Binoche que fica mais bonita conforme fica mais velha!
terça-feira, 15 de maio de 2007
THE JIMMY SHOW - O SHOW DA VIDA - Sabe aqueles filmes que tem um cartaz acizentado, um ator com cara triste, e um nome deprimente? A única coisa que se espera dele é que seja uma história triste... certo?!
Mas quando o cartaz é colorido, o ator é comediante (?) e o nome do filme é "Show da Vida" não se espera nada deprimente assim... mas aí o engano acontece. Este filme é muito depressivo, triste, uma história que incomoda, que atinge. Totalmente pelo lado ruim.
Trata-se de um cara que vira comediante (?) de stand-up, enquanto sua vida desmororna completamente ao seu redor. O ator, diretor e produtor é Frank Wealey, um cara que ninguém conhece mas se lembra de algum filme.. como é o nome mdesmo?! Enfim, não desperdice 2 horas da sua vida com isto aqui,...
Seria melhor o cara ficar preso no supermercado com a Jennifer Connely...
FILHOS DA ESPERANÇA - É de dar gosto para quem gosta de cinema, de um bom cinema, bem feito, bem filmado, bem editado, com uma história boa e que prende até o desfecho. É de impressionar os planos-sequências que o diretor Alfonso Cuarón usou aqui; o mais longo foi de 12 minutos!!! E não só 12 minutos de diálogos e passos e nada mais... NÃO! São 12 minutos de corridas, explosões, centenas de figurantes, além dos acontecimentos diversos que tem que sincronizar para que a cena funcione... assista o filme e os extras para copreender melhor.
No (próximo) ano de 2027 as mulheres não podem mais ter filhos, e o mundo está controlado pela violência, a humanidade está em extinção. Mas uma menina aparece grávida e ela tem que ser protegida a qualquer custo...
Não é um filme fácil, não, viu?! Faz pensar...
Mas só de ver a técnica (e imaginar o trabalho que deu), vale a pena. Vale lembrar que, talvez, neste ano sai o "O Homem Duplo", do mesmo diretor e que usa extamante a mesma técnica.... uau!!
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Este é Hellboy!!
Muito bom, muito bem feito e engraçado. Não conheço o personagem da HQ, mas pelo que ví no longa gostei muito dele. O Guillermo Del Toro me passa a impressão de sr um diretor extremamente preocupado com a estética das obras (vê-se em Hellboy e O Labirinto do Fsauno, que ainda não assisti), uma preocupação com as cores, o figurino e os detalhes dos objetos de cena... é um mesmo cuidado que vejo nos filmes do Tim Burton.
A cena do enterro com os guardas-chuvas visto de cima é belíssima, só quem viu para saber...
SERPENTES A BORDO - É bom, sim, surpreende, diverte e tal... os efeitos são muito bem produzidos, os atores são de 1ª (ok, alguns de 2ª ou 3ª), enfim, mas falta... falta algo.
Na verdade a história é um fiapo, (o título mostra tudo, absolutamente TUDO!), não espere ver além disso..
Um grande amigo meu, Diogo Besson, me disse certa vez que a expectativa mata o filme, ou seja, quanto mais se espera menos se gosta do que se vê... E aqui isso se cofirma totalmente. Muito se falou de Serpentes antes do filme ser lançado, em blogs, chats, e sei lá mais o quê, criou uma coisa em volta do filme que não se confirmou, na verdade...Mas como todo filme de "baixo orçamento de avião" tem seus clichês: nudez desnecessária, mortes inesperadas e cômicas, chatos à bordo, e o cara-no-final-que-não-sabe-pilotar-mas-pousa-o-avião (praxe)...
Gastar dinheiro com isso? É melhor economizar... não se sabe o dia de amanhã.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Pois é, não faz muito meu estilo de cinema, mas gostei de como o roteiro foi escrito só com diálogos e isso sustenta mesmo o filme por mais de 1h40'.. muito bom!
Eu não seria um cara de propor o que ele propôs pra menina, sou muito fechado para isso, mas acho que tem uns loucos por aí que fariam, e umas loucas por aí que aceitariam o convite...
Gostei que a fotografia do filme mostrou a cidade de Viena como seria vista por mochileiros, mas fugindo do filme turístico.. não sei explicar direito, mas é isso que me passa...álém de ser uma construção de personagens muito bem feita... gostei.
Agora verei a sequência e logo logo ponho minha visão aqui..
quinta-feira, 26 de abril de 2007

BEATLES 4 EVER - admito, sem medo, que chorei, por 2 vezes. Ontem eles fizeram uma apresentação no Crowne Plaza do White Album 2...
Chorei em "Cry, Baby Cry" e "Mother Nature's Son", além, de curtir muito o "Wild Honey", "Sexy Sadie" e "Helter Skelter"...
Mês que vem eles apresentam o "Let It Be" e terei que comparecer...
Os caras usando as roupas, conversando entre si em inglês, as perucas, os trejeitos... é impossível não se emocionar... Vá!!
terça-feira, 24 de abril de 2007
BARBARELLA - em 68 foi lançado este filme, e causou uma revolução na época. Tanto por mostrar cenários coloridos, roupas extravagantes (sei lá, uma apologia ao ácido?!), e Jane Fonda nua em diversos momentos do filme. Uma heroína que deixa os homens a seus pés apelando dos seus poderes (sexuais)... enfim... Ela não queria faze este filme, baseado numa HQ, mas foi convencida pelo diretor e marido, Roger Vadim.
Apesar de toda esta carga histórica que marcou o filme, a história é bem fraquinha, aliás, muito fraquinha. No começo ainda fica aquela sensação de "quero muito ver como acaba este absurdo!". Rolam até umas risadas e tal... mas a história perde força e o filme fica até, meio monótono...
Uma curiosidade.. Barbarella tem várias cenas no espaço sideral e foi lançado no mesmo ano do filme que mais fielmente tratou o espaço Sideral, "2001" de Kubtick... putz!
É tosco e fraco, não recomendo, não...
TUDO PELA FAMA - a história rola sobre o sucesso do American Idol, ou Ídolos no SBT. É uma comédia (aliás, bem média) que mostra o percurso de 2 concorrentes que chegam à grande final, cada um com seu objetivo e seu propósito...
e tem Hugh Grant que é o apresentador do programa... fazendo o papel que já fez nos seus últimos 30 filmes (se é que ele chegou a fazer tudo isso)
Fraquinho, mas só de ler a sinopse não dá para esperar muito disso... você vai esquecer rapidinho... quer apostar?
quinta-feira, 19 de abril de 2007
CONTA COMIGO - Baseado no livro "The Body" do Stephen King, este filme de Rob Reiner foi lançado em 86. E tem um elenvo que na época não era muito conhecido, mas hoje tem bons talentos. Na época de conhecido, apenas o Richard Dreyfuss, mas também tem o Kiefer Sutherland, John Cusack, Corey Feldman (tá, neste eu forcei um pouco) e o River Phoenix.
O livro e o filme se diferem em vários pontos. Stephen King diz, nos extras do filme, que livro e filme são como maçã e laranja. Ambos são muito saborosos, cada um a sua forma, a seu jeito. O livro segue a história contada pelo Gordie, mas o clímax no final é de Chris (o personagem de River), mas no filme este clímax ocorre com o próprio Gordie. São as pequenas diferenças.
É um filme sobre a jornada de 4 amigos de 13, 14 anos à procura do corpo de um menino perto do rio. Nesta jornada eles amadurecem, enfrentando desafios e se conhecendo como pessoa, eles vão meninos e voltam rapazes (uau!). Não é um filme infantil!!!
A cena que mostra Gordie encontrando o veado na floresta é o "turning point", onde o filme deixa de ser sobre a jornada e a descoberta para a vida e passa a tratar apenas sobre morte.
Claramente se divide a história nestes 2 plots principais. Neste caso, o roteiro simplista contribue para um filme franco e forte.
quarta-feira, 18 de abril de 2007
É o que acontece com Benjamim, o personagem de Hoffman, que vive sob a saia da mãe e o chapéu do pai, estudando e trabalhando onde quer que elkes diziam para estudar ou trabalhar. Isso formou um rapaz sem opinião, inseguro, incerto de tudo e muito dependente.
Então, ele se encanta (ou é encantado) pelo charme da vizinha quarentona e em outro momento pela beleza da filha desta e a trama segue. Os sentimentos mudam e isso transparece na própria trilha sonora composta por Simon and Garfunkel.
Anne Bancroft faz a vizinha quarentona. E vou ser sincero, desde o começo do filme pensei que ela fosse a mãe da Angelina Jolie, tamanha a semelhança entre as duas. Não apenas de aparência, mas a voz e o trejeito (charmoso, diga-se) de falar, andar e se postar. Tive que recorrer a internet para confirmar que não tem nada a ver uma com a outra.
A cena inicial do filme é idêntica a inicial do Jackie Brown, do Tarantino. Quando Pam Grier é levada pela esteira na extrema direita do vídeo e os créditos inciais na extrema esquerda. São cenas muito parecidas. Tarantino homenageia Mike Nichols. O diretor Mike Nichols experimenta nos planos de câmera, enquadramentos e etc. E realmente nota-se com clareza, principalmente na cena em que a filha descobre o "caso" entre Benjamim e a mãe. O movimento de câmera e enquadramento são diferentes para cada personagem, mostrando o quão diferente são as relações deles com a situação.
PS: reparem na segunda grande cena do filme, quando Benjamin usa equipamento de mergulho no churrasco de aniversário. Só aquela cena diz tudo sobre o personagem de Hoffman e sua família, sem sequer uma palavra. É Demais!! Belo filme. Não sei se estou emotivo demais ultimamente, mas é difícil conter as lágrimas em alguns momentos.
sábado, 14 de abril de 2007
TARANTINO NO BRASIL - Os fãs podem comemorar: Quentin Tarantino e Robert Rodriguez virão ao Brasil para divulgar o projeto "Grindhouse" (foto). A data ainda não foi confirmada, porque vai depender da agenda de cada um e do lançamento de cada filme, mas as estréias devem contar com a presença dos cineastas no segundo semestre.
O longa, já comentado aqui no blog, tem três horas e 15 minutos de duração, custou US$ 53 milhões (R$ 108 milhões) e arrebatou apenas US$ 11,6 milhões (R$ 23,5 milhões) e o quarto lugar no último final de semana, quando estreou, perdendo para a comédia "Escorregando para a Glória", com Will Ferrell.
Até mesmo o produtor Harvey Weinstein se disse decepcionado com o resultado, apesar de a fita ter entrado em 2.624 salas. São dois filmes pelo preço de um, mas pelo jeito a estratégia matemática não ajudou nas bilheterias. Weinstein até pensa em relançar os filmes nos EUA em separado "para agradar à audiência". "Acho que o público não entendeu o que estávamos querendo fazer", disse ele ao site Pagesix.com.
No Brasil, a idéia da distribuidora Europa Filmes é desmembrar "Grindhouse", formado por trailers falsos, "Prova de Morte" (Death Proof), de Tarantino, e "Planeta Terror" (Planet Terror), de Rodriguez.
O primeiro dos dois filmes seria lançado em agosto ou setembro. Três meses depois, seria lançada a "continuação". A ordem dependeria dos compromissos dos diretores, que, por contrato, viriam ao Brasil para, no jargão do setor, "trabalhar a divulgação" dos filmes e, portanto, teriam de estar disponíveis para viajar. Cerca de 150 salas devem receber cada filme no país.
Que os fãs não se revoltem com a distribuidora, entretanto, até porque o lançamento nos EUA --e talvez a exibição no Festival de Cannes-- é que é a exceção. A grande parte dos países em que o filme será lançado deve contar com a separação e a "janela" entre as duas estréias. A Finlândia, por exemplo, que já tem as datas marcadas, assiste a "Prova de Morte" em 1º de junho e, em 21 de setembro, entra em cartaz "Planeta Terror".
Segundo a assessoria da Europa Filmes, alguns cinemas brasileiros devem ter sessões duplas para ver "Grindhouse" de uma vez após o lançamento do pacote completo. "Lançar um Tarantino & Rodriguez é uma enorme alegria, tanto pelo que representa o trabalho dos diretores para seus muitos fãs e o mundo do cinema quanto pelo desafio, devido ao seu típico caráter desafiador e polêmico", afirmou o diretor da empresa Marco Aurélio Marcondes.
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Agora é torcer para os filmes não virem separados no Brasil.
quinta-feira, 12 de abril de 2007
TODOS OS HOMENS DO PRESIDENTE - filme de 1976, vencedor de 4 Oscar, com Dustin Hoffman e Robert Redford, dirigido por Alan Pakula.
A história é a seguinte: dois repórteres de um famoso jornal de Washington descobrem em uma tentativa de roubo ao hotel Watergate, em 1972, um desvio de milhões de dólares para uso na caixa de campanha de reeleição do presidente Nixon.
É um filme cru, Pakula não se utiliza de perfumarias (como diria Coutinho) para compor o filme, como uma trilha sonora ou planos escapistas para aliviar oclima ou coisa parecida. É honesto, simples e genuíno. Em suas 2 horas e 15 não há aqueles momentos de escape, onde os protagonistas tomam um drinque ou encontram com suas famílias ou vão a uma festa, por exemplo. Aqui não, do começo ao fim são agregados fatos e mais fatos à história, que só contribui para o desfecho franco da trama.
Aluguei este filme porque sou grande fã do Hoffman, principalmente em seus filmes da década de 60/70, mas aqui ele não está em sua melhor forma e não rouba a cena, como lhe é grande característico. Talvez porque o principal deste filme seja realmente a história, tão real para o momento quando foi lançado (imaginem hoje um filme sobre o mensalão... é mais ou menos parecido..).
Outra coisa curiosa de se notar é o ambiente da redação do jornal... cheio de pápéis e livros e telefones e máquinas de escrever e tal... sem computador parece que fica um lugar tão vazio, parece que falta alguma coisa, não dá pra entender como os caras conseguiam trabalhar daquele jeito...
Vale a pena conferir, um filme sério e fiel. verdadeiro.
terça-feira, 10 de abril de 2007
sexta-feira, 6 de abril de 2007
300 - Faz mais de uma semana que assisti o filme... e ele não sai da cabeça..
Não é pelos caras sem camisa, aqueles "certos momentos duvidosos" ou seja lá qual conotação homossexual que possa existir...
Espero que vc que está lendo tenha visto o filme já.. porque vai entender o questou dizendo...
Excelente filme, as batalhas são muito bonitas, bem feitas... realmente demais!!
Há aquelas famosas sequências do homem-que-mata-vários-usando-apenas-uma-arma-e-sai-sem-nenhum-arranhão, mas acho que faz parte...
Falando agora sobre o filme em si...
Na minha opinião, fica muito claro as cenas que foram enxertadas no filme, as cenas fora da HQ.
Elas são mais "quadradas", não tem aqueles planos de câmera estilosos, ou seja lá..
Fui com a galera da facu assistir, e o Makson já tinha lido a HQ, e ele quase chorou de tão igual que são as cenas... os planos, as expressões, as cores e tal...
No final do filme dá vontade de comprar uma espada e um escudo e sair arrumando briga, porque você tem a certeza de que não vai perder a luta, de jeito nenhum...
Saí urrando do cinema de tão bom que é o filme, mas a Ká disse que se ela fosse menino iria curtir mais, afinal precisa de testosterona (sei lá escrever isso,... mal sei falar esse palavrão...)
enfim, assista! obrigação cívica...
VOU TER QUE GUARDAR MAIS UM ESPAÇO PARA 300 NA DVDTECA LÁ DE CASA...
sábado, 31 de março de 2007
CARRUAGENS DE FOGO - ZZZZZZZZZZ;...... AH já acabou o filme?! puta filme chato!! sei que tem o lance da contestualização histórica do período (1981) e tal, mas aqui é o espaço para dizer o que achei do filme que vi, e esse não é um dos meus preferidos, aliás é um dos que menos gostei.. mas a trilha sonora marcou de alguma forma...
quer assistir?! vai, por sua conta e risco...
AS HORAS - Desde quando saiu naquela promoção do jornal eu queria ver este filme, mas a Ká sempre disse "é filme de mulher!"
O Pedrão, que trabalha comigo, me disse umas duas ou três vezes "meu, vai assistir este filme, porque vale a pena, é bom demais... a Karina vai gostar". mas ela sempre dizia: "é filme de mulher!"
Resultado: deixei de lado o tal filme...
Mas eis que ele surge em minhas mãos, e finalmente assito o tal "filme de mulher". A história é sobre 3 personagens que se interlaçam em histórias que se passam em diferentes épocas, 1920, 1950, e 2001... O filme é bom, os atores fazem até um bom trabalho, mas só uma frase me veio a mente... "saco, a Ká tinha razão, é mesmo um filme de mulher..."
sexta-feira, 30 de março de 2007

QUANTO MAIS QUENTE MELHOR - adoro este tipo de filme, sabiam? 1959, PB, clássico, de humor ingênuo e simples, dirigido pelo Billy Wilder...
Funciona como passatempo, diversão e entretenimento. Trata-se de 2 músicos na pindaíba que viram testemunhas de um crime na Chicago da década de 30 (adoro Chicago da década de 30!). Aí, eles se vestem de mulher e se fingem, de uma banda feminina que segue para Flórida, mas nesta banda tem uma tal de Marylin Monroe... aí os problemas começam...
E passei a conhecer mais essa mulher, já que nunca tinha visto um filme dela antes... assim como muitos, só conhecia dela, aquela cena do vestido levantando e tal, mas agora posso dizer com toda propriedade: ela é engraçada! e gordinha também... (?!) ela acabou virando símbolo sexual pelo charme e essas coisas... ganbou meu respeito cmo atriz...
e Jack Lemmon... o cara é fd! vestido de mulher, cheio de trejeitos, é muito engraçado!!
Humor escapista, um filme para diversão! assista now!!
terça-feira, 27 de março de 2007

O CHEIRO DO RALO - "um humor negro e quase, escatológico!" é o que diz o UOL do filme!Maravilhoso segundo filme de Heitor Dhalia.Na minha opinião, o primeiro "NINA", já foi muito acima da média do recente cinema nacional e esse segundo elevou ele a um mais alto degrau ainda.O filme é engraçado, divertido e levemente deprimente, principalmente pelo amabiente da personagem de Lourenço, o meio em que vive, onde trabalha e as demais personagens que fazem parte de seu mundo.Se parar para analisar no que o roteiro se baseia pode-se pensar ser tedioso, mas a riqueza de cada personagem e o brilho do próprio personagem de Selton alavancam o filme de uma forma, que não se entende, ao menos que se tenha visto...As "costas" das fábricas nas ruas da Móoca deixem o clima ainda mais solitário, largado, triste. Assim como em Nina, o Heitor aposta em uma personagem triste, solitária, e comum de uma São Paulo que dificilmente é retratada. Isso é uma das coisas que mais gosto no filme... A trilha é do cantor Apollo Nove, que prometi para mim mesmo conhecer um pouco melhor, ela tem um destaque enorme no filme...
JÁ TEREI QUE RESERVAR ESPAÇO PARA MAIS ESTE DVD NA DVDTECA LÁ DE CASA..
JÁ TEREI QUE RESERVAR ESPAÇO PARA MAIS ESTE DVD NA DVDTECA LÁ DE CASA..
segunda-feira, 26 de março de 2007

BATALHA REAL - filme japonês de 2002, que mostra um Japão decadente. Num futuro próximo, o Japão sofre de uma grave recessão e seus maiores problemas são a delinqüência juvenil e a evasão escolar, os adultos são considerados obsoletos e ultrapassados, e os jovens (cada vez mais jovens) vão ganhando o espaço dos mais velhos, "roubando" seus empregos, suas oportunidades. .. os adultos criam um programa, que é o título do filme, que visa prender os jovens em uma ilha e dar-lhe armas para que eles participem deste "jogo". No final de três dias, apenas uma pessoa pode sobreviver... Não há regras! Tomados pelo desespero, amigos de infância se tornam inimigos e a verdadeira natureza humana começa a vir à tona.
Um filme surpreendente e as vezes, chocante. Tem um humor peculiar, umas piadinhas que aliviam em alguns momentos, humor tipicamente asiático.
Um filme bom, mas o livro tem tudo para ser muito melhor... vale a pena assistir para conhecer...
O Tarantino selecionou a atriz Chiaki Kuriyama, que fez a Go Go no Kill Bill, através deste filme.. mas admito que não reconheci a tal atriz no meio de tantas outras japonesas... elas parecem ser iguais, apenas mudando o estilo do cabelo... eheheh...
sábado, 24 de março de 2007
007 PERMISSÃO PARA MATAR - Anteontem assisti o primeiro filme do James Bond da minha vida... e essa primiera vez não foi lá grande coisa...
Lí várias reportagens sobre o tal detetive recentemente, mas nunca havia me interessado pelos seus filmes.... mas até que nutri uma certa vontade de assistir os filmes do Roger Morre e do Sean Connery... Eis que "caiu" em minhas mãos esse Timothy Dalton..
Tem os seus momentos, mas achei bem fraquinho e datado... o filme é de 89 e faz questão de deixar claro isso o tempo todo! E não que eu seja contra os anos 80... afinal nasci nele?!
Mas o filme não pegou do início ao fim... mas tem seus bons momentos.
NOTÁVEIS - a participação do Benício Del Toro novinho novinho... como assistente do chefão do mal...
chefão do mal que é interpretado pelo Robert Davi (ficou na mesma, não é?!). Ele é um dos irmãos Fratelli dos Goonies, não o baixinho de óculos, o outro que faz aquela cantoria na hora que eles pegam o gordo no meio da estrada.
e o empresário chinês, Cary-Hiroyuki Tagawa, o Shang Tseng do primeiro Mortal Kombat
esse 007 não recomendável.... já os demais filmes da série terei que conhecer primeiro antes de dar opinião..
quinta-feira, 22 de março de 2007

BAND OF BROTHERS - é uma série com 10 capítulos produzidos por Tom Hanks e Steven Spielberg e dirigidos por vários convidados. Mostra a história (real) de uma divisão do exército americano, de paraquedistas, que na Segunda Guerra foi usada como "pau pra toda obra". É a Easy Company. Eles tinham que abrir caminho na floresta, resgatar reféns, encarar de frente o Exército Alemão, invadir cidades, enfim, faziam o trabalho sujo. E a série acompanha todo os acontecimentos envolvendo a Easy, desde o treinamento até o fim da guerra.
As batalhas são muito reais, a câmera acompanha as batalhas como se fôssemos mais um "private" da Easy e não de algum ponto seguro. Mas, o mais interessante é que se cria uma relação com as personagens da companhia e eles se tornam muito amigos, até íntimos, e quando se assiste é como se você fizesse parte daquilo. Quando alguém morre realmente é difícil.
No começo de cada capítulo, os verdadeiros soldados da história real, contam algum causo do episódio que vai começar na sequência. E no último capítulo, 10, é mostrado o verdadeiro nome dos velhinhos, e nada mais são do que os reais personagens da história. Tá, pode parecer boba essa minha empolgação, mas acho duca isso... Imagine pra estes velhinhos ver a vida deles retratado daquele jeito... nossa! é fd!
Recomendo muito, principalmente o episódio 3, cujas cenas de batalhas são maravilhosas, empolgantes e tal, apesar de sabermos que é horrível de um certo ponto de vista. Mas já aviso os episódios 7 e 9 também são excelentes, mas é de deprimir... por acontece cada coisa... não é fácil não...
É pra quem gosta de guerra... Falta só ler o livro.. Geralmente o livro é melhor... mas nesse caso vai ser difícil...
As batalhas são muito reais, a câmera acompanha as batalhas como se fôssemos mais um "private" da Easy e não de algum ponto seguro. Mas, o mais interessante é que se cria uma relação com as personagens da companhia e eles se tornam muito amigos, até íntimos, e quando se assiste é como se você fizesse parte daquilo. Quando alguém morre realmente é difícil.
No começo de cada capítulo, os verdadeiros soldados da história real, contam algum causo do episódio que vai começar na sequência. E no último capítulo, 10, é mostrado o verdadeiro nome dos velhinhos, e nada mais são do que os reais personagens da história. Tá, pode parecer boba essa minha empolgação, mas acho duca isso... Imagine pra estes velhinhos ver a vida deles retratado daquele jeito... nossa! é fd!
Recomendo muito, principalmente o episódio 3, cujas cenas de batalhas são maravilhosas, empolgantes e tal, apesar de sabermos que é horrível de um certo ponto de vista. Mas já aviso os episódios 7 e 9 também são excelentes, mas é de deprimir... por acontece cada coisa... não é fácil não...
É pra quem gosta de guerra... Falta só ler o livro.. Geralmente o livro é melhor... mas nesse caso vai ser difícil...
terça-feira, 20 de março de 2007

REJEITADOS PELO DIABO - é de chocar! o segundo filme do Rob é ótimo, mas logicamente exige um estômago forte!!
A câmera é nervosa, trêmula, com planos improváveis e sempre e closes nas partes mais nojentas das personagens. O personagem acompanha em closes os acontecimentos de todo o filme e o clima é forte o tempo todo!!
Tá, na verdade nada disso é inovação, nada disso é novo ou nada disso saiu da louca mente de Rob Zombie, mas quem disse que precisa ser inovação para ser bom?!
SPAM
A cena que o Rob e a “irmã” dele “torturam” aquelas pessoas na casa é agoniante...
Assim como qualquer cena que tenha o palhaço, que é o dono (!) do filme. O personagem e o ator são muito toscos, é realmente de perturbar, a barba por fazer, os dentes podres e a maquiagem desgastada, sem cor... é “trashmente” maravilhoso!!
PONTO ALTO
A cena final (que original da minha parte) é ótima! Quando os três em questão estão no carro e dirigem pra cima dos policiais. Só quem viu para entender porque uma cena tão banal e comum em uma série de outros filmes pode ser tão boa... a música é excelente! Aliás alguém sabe quem canta?!
A imagem em slow com menos frames do que deveria casam perfeitamente...
Assistam, é tosco de primeiríssima qualidade!!
A câmera é nervosa, trêmula, com planos improváveis e sempre e closes nas partes mais nojentas das personagens. O personagem acompanha em closes os acontecimentos de todo o filme e o clima é forte o tempo todo!!
Tá, na verdade nada disso é inovação, nada disso é novo ou nada disso saiu da louca mente de Rob Zombie, mas quem disse que precisa ser inovação para ser bom?!
SPAM
A cena que o Rob e a “irmã” dele “torturam” aquelas pessoas na casa é agoniante...
Assim como qualquer cena que tenha o palhaço, que é o dono (!) do filme. O personagem e o ator são muito toscos, é realmente de perturbar, a barba por fazer, os dentes podres e a maquiagem desgastada, sem cor... é “trashmente” maravilhoso!!
PONTO ALTO
A cena final (que original da minha parte) é ótima! Quando os três em questão estão no carro e dirigem pra cima dos policiais. Só quem viu para entender porque uma cena tão banal e comum em uma série de outros filmes pode ser tão boa... a música é excelente! Aliás alguém sabe quem canta?!
A imagem em slow com menos frames do que deveria casam perfeitamente...
Assistam, é tosco de primeiríssima qualidade!!
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