Assista já e veja imagens nunca antes vistas. Até a narração do Galvão não incomoda!! Um material inédito que vai muito além do que a gente via nos domingos pela manhã e que nos garante - Senna é o maior de todos!domingo, 22 de janeiro de 2012
Assista já e veja imagens nunca antes vistas. Até a narração do Galvão não incomoda!! Um material inédito que vai muito além do que a gente via nos domingos pela manhã e que nos garante - Senna é o maior de todos!
ENCARANDO ALI (Or. FACING ALI) - Pra quem gosta de boxe é um prato cheio, não faltam cenas de bastidores, de treinamentos, de pesagens e tantas outras. Para quem não gosta de boxe, mas é fã de documentário vai se impressionar com a qualidade do material, são entrevistas muito bem captadas, muito bem planejadas com excelente qualidade de áudio. Tudo montado com muita sensibilidade.É belíssima homenagem a Ali, passando por 10 personagens que podem não ter o mesmo espaço na história, mas garantem uma belíssima homenagem ao maior de todos. Um mito que precisa ser inaltecido.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
VOCÊ NÃO CONHECE JACK (Or. YOU DON´T KNOW JACK) - "Todo o filme com Al Pacino vale a pena", é meu lema com cinema. E alguém é capaz de dizer que estou errado? Por pior que seja história, ele salva nem que seja com uma cena - como em Contato de Risco. No curriculo O Poderoso Chefão, Serpico, Um Dia de Cão, Perfume de Mulher, Advogado do Diabo, Um Domingo Qualquer e tantos outros. Uma discussão foi aberta à época questionando se a postura do médico era acertada ou não. Ele - na foto abaixo do lado direito - proporcionava a morte, mas apenas àqueles que realmente não tinham como melhorar a sua condição de vida, trazendo sofrimento à ele e sua família.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
A trama gira em torno da campanha de Morris (Clooney) nas primárias do partido democrata em Ohio. Hoffman é o mentor da campanha e Gosling segue seus passos e aprendizados. O coordenador da campanha do outro candidato é Giamatti e Tomei faz uma jornalista que navega entre os dois lados buscando furos para a sua cobertura para um grande jornal. Como se não bastasse toda a lama que envolve uma disputa política, com mentiras, traições e rabos-presos deste e daquele lado, Gosling se envolve com a estagiária, vivida por Evan Rachel Wood - na foto abaixo -, e acaba por descobrir um segredo que desenrola uma série de problemas e complicações para todos os envolvidos.
O roteiro é intrincado e muito bem amarrado, embora eu sinta que faltou um pouco de surpresa. As reviravoltas era todas bem previstas, mas não se engane. Isso não estraga o filme, nem a carreira de Clooney, aos poucos cada vez mais caindo nas graças dos velhinhos da Academia. Será que vem Oscar por aí para Tudo Pelo Poder?
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Disse no parágrafo anterior sobre tonar-se cult porque a história tem esta característica. Veja só - o filme começa com Colter (o personagem de Jake) acordando em um trem em movimento com uma mulher a sua frente lhe chamando de Sean. Desorientado, ele vai ao banheiro e se vê no espelho como outra pessoa, em sua carteira existem os documentos de outro cara. De repente o trem explode e ele acorda em outro lugar, uma cabine escura, como mostrado abaixo, onde apenas vê um monitor com uma mulher que se comunica com ele.
Pelo monitor ele fica sabendo que é um agente desigado para missões especiais e por conta disso é enviado 8 minutos antes da morte de uma pessoa para tentar evitar que ela aconteça. Por isso, ele é enviado novamente ao trem, 8 minutos da explosão, para encontrar a bomba e o culpado. Em uma montagem que lembra um pouco o clássico alemão Corra Lola, Corra, Colten é enviado diversas vezes ao trem, até resolver o crime e evitar a explosão.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Mas nem tudo em sua carreira são acertos, esse Ganhar ou Ganhar é um erro. Nele, Giamatti interpreta um advogado que atua apenas em causa de idosos e nos tempos livres treina uma equipe de luta greco romana. Com sérios problemas financeiros, ele decide por fazer uma jogada arriscada. Ele evita que um velhinho solitário e sem familiares (interpretado pelo Burt Young, o eterno Paulie da saga Rocky) vá para um asilo e com isso embolsa a grana, que por direito, o Estado pagaria para ele. Mas de repente, aparece na cidade o seu problemático neto, interpretado pelo sem graça Alex Schaffer, em seu primeiro trabalho. O menino acaba também entrando para a equipe de luta greco romana e tudo começa a caminhar bem para Giamatti. A mãe do menino e filha do velhinho também aparece e tudo acaba por ruir para Giamatti, até o deprimente final do filme.
domingo, 18 de dezembro de 2011
BIUTIFUL - Todo o filme do Iñarritú deveria vir com o subtítulo "desgraça pouca é bobagem", assim foi com Amores Brutos, 21 Gramas, até Babel... e não poderia ser diferente com Biutiful, vencedor de vários prêmios internacionais e 2 nominações ao Oscar, melhor filme estrangeiro e melhor ator para Javier Bardem.
Bardem faz um espanhol que tem em sua vida um emaranhado de problemas. Trabalha como mediador de chineses e africanos na produção e venda de produtos piratas, tudo por conta da amizade que tem com um policial, que recebe dinheiro para fingir que não vê bada. Pra ganhar uma grana extra, Bardem faz uso do seu dom, conversar com os mortos. Ele frequenta velórios e fala com os mortos, passando a sua última palavra aos familiares. Como se não bastasse esses dois mundos conturbados, ele ainda se vê envolvido com sua ex-mulher alcóolica e desconta tudo nos dois filhos. Como se não bastasse essa viagem por uma Espanha suburbana, suja e decadente, Bardem se descobre portador de câncer em estágio avançado, o que lhe dá menos de 2 meses de vida. Tá bom pra você ou quer mais?
É um filme difícil, "corta-pulsos", mas que mostra o talento de Iñarritú com os roteiros que exploram a decadência de pessoas e suas famílias. Não há uma época certa para se ver este tipo de filme, mas saiba: se você está bem vai ficar mal e se estiver mal pode ficar pior... então cuidado! Neste filme, de Biutiful só o nome...
E a melhor inspiração para estes novos filmes de boxe é a própria vida, que levam o "Baseado em fatos reais" logo de cara. Em O Vencedor, Christian Bale vive o boxeador aposentado Dick Ecklund viciado em crack, que se orgulha do seu único feito como lutador profissional, ter derrubado o mito Sugar Ray Leonard em 1978, luta que está no yout tube. Ele treina o seu meio-irmão mais novo, Micky (Mark Whalberg), que está tentando se firmar como boxeador mas esbarra sempre no vício do irmão e na presença da família, a sua mãe super protetora e suas irmãs tão derrotadas na vida quanto irritantes. 

Ao começar um relacionamento com a garçonete Charlene, Micky tenta reencontrar o rumo e perseguir seu sonho, ser campeão mundial de boxe. Bem, o infeliz título do filme em português já conta o que acontece, mas o mais importante aqui é nos atermos aos detalhes que fazem toda a diferença. A começar pela segurança do diretor novato Dennis Russell, aqui em seu 6º longa. E as atuações ótimas de todo o elenco.
Whalberg como o obstinado Micky está ótimo, a sua cara de macaco nem atrapalha. Bale também está muito bem, até levou Oscar pela atuação do seu irritante Dicky, afinal nos créditos pode se ver os dois na vida real e constatar que o Dicky realmente é um pé no saco. A mãe dos dois, Alice, vivida por Melissa Leo, também levou um Oscar.
Também vale destacar que na parte final do filme as lutas do Micky passam a ser televisionadas pela HBO. Para dar maior realismo à elas, Russell as filmou com equipamentos de TV da década de 90, época real das lutas. Isso, juntando às ótimas atuações e mais todo o clima de superação dão o tom do filme, que não é o melhor sobre o tema, mas anima qualque fã, tanto de boxe como de cinema.
domingo, 4 de dezembro de 2011
"História verídica" pero no mucho, é bom que se diga. Uma navegada rasa pela net e já se descobre que a película dirigida por Arthur Penn e estrelada por Warren Beatty, Faye Dunaway e Gene Hackman é mais romanceada do que propriamente fiel aos fatos reais. Mas esta já era a proposta do estúdio no momento da feitura do filme, a ideia era essa mesma.
O road movie virou um clássico, por ser um dos primeiros a tratar a violência de forma "leve" (pela primeira vez no cinema usou-se bolsas de sangue falso que estouravam dos peitos dos personagens a cada tiro disparado), pela influência no modo de vestir das mulheres (o cabelo e as roupas de Dunaway, vistos na foto abaixo, influenciaram toda uma geração) e pelo final impactante, apesar de esperado.
Na vida real, Bonnie e Clyde ficaram separados por um período, em outros eles foram presos separadamente e fugiam, Clyde ao que tudo indica, era bissexual e sua gangue era bem maior que a retratada no filme. Enfim, a película romanceia a história do casal.A química dos dois é ótima e não se culpe se você se sentir mal com o desfecho da história.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
DEMÔNIO (or. DEVIL) - Tá certo que a direção não é dele, mas o roteiro é. M. Night Shaymalan, que chegou a ser chamado de "novo Spielberg", principalmente pela inventividade dos seus roteiros/filmes, como Sexto Sentido, Corpo Fechado, Sinais - e eu incluo Fim dos Tempos, que pessoalmente me agrada muito - assina o roteiro deste Demônio. O que a princípio é um chamariz, ao final se mostra uma decepção. O roteiro é muito fraco, beirando o amadorismo. A história é o seguinte: 5 pessoas, que não se conhecem, entram em um elevador de um prédio comercial - uma velha, um jovem introspectivo, uma moça metida, um chato falastrão e um segurança negro (nada poderia ser mais estereotipado do que esses 5 tipos). O elevador trava e coisas estranhas começam a acontecer a cada minuto, ao mesmo tempo em que a polícia é chamada e acompanha toda a movimentação pela câmera de monitoramento do elevador.
Um dos guardinhas que vê tudo pelas imagens, acredita que os acontecimentos são obras do demônio, e se põe a rezar (não é preciso dizer que o tal guardinha é hispânico - mais um estereótipo raso).
As pessoas ficam presas lá no elevador por boa parte do filme. Acusações de racismo, brigas por interesses vazios, mexicano rezando e mortes no elevador acontecem até o desfecho, que se mostra fraco e sem graça. Digno de um roteiro de filme mocinho-bandido, de tão pobre.
Nada se tira deste filme, apenas que o Shyamalan tem que abrir os olhos e botar a cabeça pra funcionar porque aquele apelido do começo da carreira ficou pra trás, já era.
domingo, 27 de novembro de 2011
Então, já dá para imaginar com que carga eu fui ao cinema assistir A Pele que Habito. Tentei me desarmar delas, mas claro, falhei. Enfim, na primeira meia-hora de filme curti muito, tinha entrado na história, toda a relação bizarra do "médico louco" do Banderas com a sua Frankenstein. Gosto desse personagem - médicos ricos, loucos, sem escrupulos ou consciência.
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