A INVENÇÃO DE HUGO CABRET (Or. HUGO) - "Cadê as armas, os gângsters, os tiros, o sangue?", disse Billy Cristal na festa do Oscar para Martin Scorsese, diretor por trás do fantasioso "A Invenção de Hugo Cabret". Pois é, se poderia esperar esse filme de qualquer diretor vivo, já que se trata de um romance de certo sucesso na Europa, mas não de Scorsese. Não que ele não teria capacidade para isso, longe disso... mas é que seu cinema não dialoga muito com este tipo de filme. Convenhamos: é muito mais a cara do Spielberg ou de Zemeckis esse combo cidade-fantasia-trem-criança.
Enfim, em tempo é bom que se diga - o trailer de A Invenção de Hugo Cabret não conta NADA do que essa história realmente é. E se você ainda não viu Hugo pode ler a vontade esse blog, porque não vou entregar nada da história. Fique tranquilo.

O filme se passa na Paris da década de 20, ou melhor dentro da estação de trem de Paris. Lá mora o menino Hugo (Asa Butterfield) que acaba por se tornar amigo de uma menina (Chloe Gracie Moretz, de Kick Ass), neta de um senhor ranzinza (Ben Kingsley) que é dono de uma loja na estação. Juntas, as duas crianças descobrem uma surpreendente ligação entre o pai do menino e o avô da menina. Isso é o que o trailer mostra, mas digo mais uma vez, é só a pontinha do iceberg.

É obrigatório que Hugo seja visto em 3D, porque o visual é simplesmente deslumbrante. Poucas vezes vi um filme em 3D tão bonito. Cada cena tem a sua perspectiva, a sua profundidade e uma paleta de cor que mistura o frio da noite parisiense com o calor da iluminação da cidade luz.
Um filme realmente impressionante para fãs da sétima arte e para quem gosta de uma história bem contada, em alguns momentos me emocionou tanto quanto Rebobine, Por Favor, justamente por assistir no filme algo que eu não esperava. 

Scorsese costurou toda a trama tentando criar outra obra prima na sua carreira e se não conseguiu, eu digo, chegou muito perto. Hugo, na minha opinião, é o melhor Scorsese dos últimos 20 anos! Duvida, então confira... mas em 3D! Não se esqueça!
O ARTISTA (Or. THE ARTIST)






SENNA
São imagens de bastidores impressionantes que amarram a história muito bem. Desde os anos iniciais na F1, sua primeira vitória na Lótus, os anos na McLaren e a grande rivalidade com
O papel desse tipo de filme realmente é enaltecer o protagonista, exaltando suas virtudes e escondendo seus defeitos.
Assista já e veja imagens nunca antes vistas. Até a narração do Galvão não incomoda!! Um material inédito que vai muito além do que a gente via nos domingos pela manhã e que nos garante -
ENCARANDO ALI (Or. FACING ALI)
Antes que me adiante ainda mais ainda é tempo de dizer:
O filme não conta com qualquer indicação de OFF, não há a voz que guia a história, nem mesmo a de
Mas é preciso dizer: o ritmo do filme não é dos melhores, varia muito principalmente nos trechos iniciais. É apenas a partir da primeira meia hora, que o filme deslancha e segue um ritmo uniforme até o final. Destaque para as histórias contadas por
VOCÊ NÃO CONHECE JACK (Or. YOU DON´T KNOW JACK)

É uma questão muito polêmica e de solução difícil, que o filme traz com muita força. Apesar do tema difícil e pesado, o filme apresenta uma certa levesa, muito por conta da personalidade do próprio 
O elenco talvez seja o ponto forte do filme. 

CONTRA O TEMPO (Or. Source Code)
Daí é que vem o potencial para o cult, um roteiro que foge do comum e que, apesar dar amarrações forçadas e de alguns furos que às vezes parecem rombos, segue bem até o final. Aliás, final que indica com muita clareza, uma sequência.
Vale a pena alugar/baixar. É um filme que não pede muito para ser assistido, não exige muito de quem assiste, mas diverte com uma proposta bem interessante.
GANHAR OU GANHAR (Or. WIN WIN)
Enfim, é um fiapo de história que não cria vínculo algum com qualquer personagem, os atores ou são muito ruins, como no caso de
BIUTIFUL - Todo o filme do
O VENCEDOR (Or. THE FIGHTER)



"História verídica" pero no mucho, é bom que se diga. Uma navegada rasa pela net e já se descobre que a película dirigida por
No filme, o casal é retratado com muita leveza, os seus assaltos são bem humorados e as perseguições de carros chegam a ser cômicas. O
O road movie virou um clássico, por ser um dos primeiros a tratar a violência de forma "leve" (pela primeira vez no cinema usou-se bolsas de sangue falso que estouravam dos peitos dos personagens a cada tiro disparado), pela influência no modo de vestir das mulheres (o cabelo e as roupas de
Na vida real,
