segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

LIGA DA JUSTIÇA (2017)

Juntos

LIGA DA JUSTIÇA (Justice League / 2017) - Este não é o primeiro post sobre filmes de herói neste blog - e com certeza não será o último - que abrirei dizendo a mesma coisa. Então lá vai... Não sou um consumidor de quadrinhos de super heróis, nunca fui. Portanto não conheço a fundo a história por trás destes personagens. Sou daqueles que sabe como os pais do Bruce Wayne morreram, sabe como Superman chegou na Terra e talvez mais uma coisinha ou outra. E só.



Liga da Justiça é a primeira reunião nos cinemas dos principais heróis da DC Comic. Superman está morto. Batman (Ben Aflleck) e Mulher Maravilha (Gal Gadot) começam a reunir outros heróis (por acidente, colmo eles mesmo se definem) para uma missão difícil - derrotar Steppenwolf, um vilão chifrudão que quer reunir três caixas para ser mais poderoso do que todos (é... basicamente é isso).

O vilão da vez

The Flash, Ciborgue e Aquaman são convocados para fazer parte da tal Liga da Justiça. Mas eles não são tão poderosos para lidar com Steppenwolf, apanham muito. A saída é ressuscitar o Superman. Aí o filme vira, dá tudo certo e é isso. Liga da Justiça poderia ser só isso, mas é mais.

Alfred e a turma reunida

O filme em si não foi bem aceito pelo público dos EUA - no Brasil é um sucesso - já os críticos mais não gostaram do que gostaram, e eu... particularmente gostei sim! Fui com a expectativa lá embaixo e saí bem satisfeito. Claro, não sou fã a fundo, então para o meu gosto de filmes de herói, um filme como Liga da Justiça funciona e agrada. Encaixaram algumas piadinhas aqui e ali (à lá Marvel) - mas dentro de um certo limite, nada exagerado como Guardiões da Galáxia - e acho que foi bem nesse quesito.

A salvação vem do céu

O alívio cômico, centralizado em Ezra Miller e seu Flash, funciona, faz rir. O jeitão canastrão de Ben Affleck funciona também aqui ("que super poder você tem mesmo?", "Sou rico"), embora eu diga que tenha me incomodado um pouco que o Batman parece meio sem personalidade aqui, não sei... 

"Eu sou rico"

A Gal Gadot já se tornou a Mulher Maravilha, está ótima e esbanjando olhares e sorrisos. O Ciborgue fechado e amargurado combina com tudo o que ele vive. O problema está no Aquaman, mal resolvido, mal escrito e meio babacóide... mas vamos dar um desconto, vem um filme solo dele aí que vai dar um bom fôlego pro personagem.

Cara de má

A melhor sequência é da volta do Superman à vida, ele não reconhece ou outros heróis e parte para o ataque contra Mulher Maravilha, Ciborgue, The Flash e Aquaman. Começa um quebra pau com todos. Interessante e divertido. 

Aquaman inútil no longa

Liga da Justiça teve vários problemas na produção, incluindo a troca de diretores no meio do projeto - saiu Zack Snyder entrou Joss Whedon -, mas dentro do problema gigantesco que o filme poderia ter com ritmo, até que safou bem. Não comprometeu em nada.

Ciborgue amargurado

Talvez o problema de Liga da Justiça, o principal pelo qual muitas pessoas criticam o longa, é que ele é divertido, leve, mas ao mesmo tempo sem peso ou impacto. A impressão que se tem é que o filme vai se tornar esquecível dentro de poucas horas. Quem não tem problemas com isso e quer passar duas hora divertidas de pipoca e risadas, vai bem. 

Flash, o alívio cômico do longa

Agora quem busca algo mais profundo e marcante não vai gostar tanto da Liga da Justiça. Aliás, a bagunça dentro da DC é tamanha que até agora nem foi confirmada a sequência de Liga - apesar da cena pós crédito. Seria o cúmulo anunciar um filme em uma cena no final da projeção e depois este filme simplesmente não ser feito... vai saber.

O elenco na Comicon
Veja abaixo o trailer de Liga da Justiça.  
     

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